quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

VIOLÊNCIA CONTRA O PROFESSOR EM SALA DE AULA


Hoje a profissão de Professor no Brasil passou a ser uma profissão de risco, isso pelo fato de que tem aumentado os casos de violência com agressão contra o professor em sala de aula. 

Não só isso, o Brasil ocupa hoje o 1º Lugar do Ranking de violência contra os professores, esse índice é o pior no mundo.

OS DADOS ESTATÍSTICOS DA VIOLÊNCIA CONTRA O PROFESSOR EM SALA DE AULA
Vejamos alguns dados mais recentes:
Uma pesquisa feita em 2015 pelo Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp) apontou os seguintes dados:
44% dos docentes que atuavam no estado disseram já ter sofrido algum tipo de agressão.

Entre as agressões que marcam a violência contra o professor temos:
84% dos professores afirmam já ter presenciado;
74% falam em agressão verbal;
60% em bullying;
53% em vandalismo;
52% em agressão física.

Uma pesquisa global da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos) põe Brasil no topo de um ranking de violência em escolas. 

O levantamento é o mais importante do tipo e considera dados de 2013. Uma nova rodada está em elaboração e os resultados devem ser divulgados apenas em 2019.

Essa é uma das maiores dificuldade do professor no Brasil enfrentar a violência em sala de aula, em especial nos grandes centros urbanos.

A desistência de professores que passaram no concurso e depois desistiram é assustador, pois mesmo sendo tendo amor a profissão, alguns preferem desistir, a se arriscar.

A SITUAÇÃO DA VIOLÊNCIA EM SALA DE AULA NO ESTADO DO CEARÁ
Mais de mil professores que atuam no Ceará relataram ter sido ameaçado por alunos em 2016.

Outro estudo aponta que 255 docentes sofreram ameaças ainda mais graves e foram vítimas de atentado à vida.

Os dados foram tirado após a pesquisa ouvir 13,3 mil professores em todo o Ceará, isso em 2016.

OS TIPOS DE VIOLÊNCIA QUE O PROFESSOR SOFRE EM SALA AULA
A violência contra o professor pode ser tida como “Violências”, pois são várias, vejamos:
Violência que inclui agressão
Psicológica;
Verbal;
Bullying;
Vandalismo;
Física.

Violência institucional
Existe também a violência institucional, é o tipo de violência que vem por parte das instituições educacionais sobre os professores e alunos, havendo uma pressão, bem como uma cobrança além do normal.

Violência por parte de pais
Alguns professores também sofre violência, incluindo agressão física e verbal por parte de alguns pais, em especial pais de filhos da “Geração Cristal” e da ”Síndrome do Imperador”.

QUAIS OS MOTIVOS DA VIOLÊNCIA CONTRA O PROFESSOR EM SALA DE AULA?
São vários os motivos, mas a base é o fato de que os pais perderam a capacidade e repassar para os seus filhos o respeito ao professor.

Dentre os vários motivos temos:
A impunidade
O professor é agredido pelo o aluno e fica impune, não existe disciplina capaz de fazer a correção, pois o aluno mesmo agredindo o professor ele vai continuar estudando, pega no máximo 08 dias de suspensão, ou então é transferido para outro colégio.

Outra coisa, o Regimento Escolar não prever a violência e agressão ao professor como crime, logo isso deixa os agressores impunem.

Indisciplina
Os alunos veem a escola como um lugar de baderna, como uma oportunidade para fazer bagunça e a indisciplina.

Os pais por outro lado, não percebem que a indisciplina é uma barreira à aprendizagem e não fazem as correções merecidas.

Falta de respeito
Os alunos não tem respeito para com os professores e também não existe incentivo por parte da maioria dos pais e isso reflete a real visão da sociedade para com o professor.

Sem respeito o professor perde a sua autoridade para gerenciar a sala de aula, para chamar a atenção do aluno que é algo muito importante para que o mesmo se prenda ao conteúdo ensinado em sala.

Geração cristal e a síndrome do imperador
Os termos “Geração cristal” e “Síndrome do Imperador” são dados no primeiro caso, aos filhos que tem uma superproteção dos pais e no segundo filhos que mandam em seus pais em casa e querem fazer o mesmo com os professores.

Para com “Geração de Cristal” ninguém pode e deve cobrar nada, pois se houver cobrança os pais buscam a direção da escola e já pede para despedir o professor.

Para com “Síndrome do Imperador” existe normalmente um comportamento disfuncional em que os filhos estabelecem suas exigências e caprichos sobre a autoridade dos pais, controlando-os psicologicamente e podendo chegar, não raro, a agressões físicas.

Negligência por parte do setor público
Violência ao professor em sala de aula é assunto complexo e ao mesmo tempo  nefasto.

No entanto, a omissão dos gestores públicos é comportamento ainda mais nefasto dado ser a escola pública o principal lugar de aprendizado da maioria da população brasileira.

A responsabilidade de pacificar o ambiente escolar é de todos, principalmente do Poder Público, representado pelos seus gestores, eleitos pelo povo. 

A sociedade, como está previsto nos textos constitucionais, não pode se isentar de também colaborar para o pleno êxito do processo educacional.

Mas infelizmente existe uma negligência por parte das autoridades quanto a questão da violência contra o professor em sala de aula.

AS CONSEQUÊNCIAS DA VIOLÊNCIA CONTRA O PROFESSOR EM SALA DE AULA
Para as vítimas, no entanto, as consequências costumam ser severas. 

A maior parte precisa deixar de atuar nas classes porque tem estresse pós-traumático.

Há docentes que foram baleados por alunos, agredidos, ameaçados e até mortos.

E tem mais, quando o professor agredido e assumem outra função, as vítimas são vistas com preconceito até pelos próprios colegas.

A maioria dos professores agredidos precisa de acompanhamento de psiquiatras, psicanalistas, psicólogos e outros profissionais, pois muitos, após a agressão, desenvolvem síndrome do pânico, fobia, estresse, ansiedade e outras enfermidades mentais.

Sem contar a vergonha e a decepção pela qual passa o professor que até então nunca pensou em ser agredido no exercício da profissão que até então todos tinham como sendo sacerdócio.

Tudo isto colocando em xeque a autoridade e a responsabilidade administrativa daqueles que exercem cargos outorgados pela iniciativa popular.

Sem opção e lutando contra o medo fica o profissional educador, pedindo afastamento ou demissão do cargo que exerce no magistério. 

Um pais que não zela e respeita o professor nunca vai pra frente.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

MALANCOLIA DE NATAL E FIM DE ANO (REVEILLON)


Natal e Réveillon são caracterizados como épocas de alegria, celebrações, encontros de família e prazer.

No entanto, para muitas pessoas, no entanto, é tempo de reclusão, solidão (voluntária ou não) e reflexão sobre os erros passados.

A melancolia de final de ano tem até um nome científico: "Holiday Blues", e embora possa ocorrer durante toda a temporada e em feriados prolongados, manifesta-se principalmente no mês de dezembro, quando o mundo inteiro pára, celebrando simultaneamente.

Para alguns uma época perigosa
Psicanalistas, psicoterapeutas e aqueles que de alguma forma lidam com o sofrimento psíquico são unânimes em reconhecer que o “final do ano” é uma época particularmente perigosa.

Talvez a “loucura” desse período devesse ser incluída nas síndromes traumáticas do cotidiano -– ao lado da angústia de domingo à noite e da euforia vazia e efêmera das sextas-feiras. Essas ocasiões estão associadas a situações de risco social iminente pela ruptura da rotina, da organização do tempo e pela variação caótica de encontros, desejados e indesejados que pode desencadear.

Talvez isso justifique o sofrimento e a melancolia que muitos enfrentam nas festas de final de ano.
No entanto, saindo do pior, vejamos algumas coisas que podem deixar clareza no surgimento da melancolia comum em algumas pessoas no Natal e Final de Ano.

O QUE É MELANCOLIA?
Na psiquiatria
Na Psiquiatria, a melancolia é uma síndrome mental que se caracteriza pela sensação de impotência, inutilidade, pensamentos negativos, dificuldade de concentração, falta de apetite, ansiedade, insônia e ideias constantes de morte.

Melancolia é um dos sintomas da psicose maníaco-depressiva.

Na Psicanálises
Para Freud, a melancolia é um estado emocional semelhante ao processo de luto, mas não há a perda que o caracteriza.

A melancolia pode ocorrer sem haver uma causa definida.

No romantismo
No Romantismo, a melancolia era um estado emocional apreciado, pois representava uma experiência que enriquecia a alma.

Na caracterologia da personalidade
No âmbito da caracterologia, o tipo melancólico é um dos quatro tipos de personalidade, marcado por um temperamento pouco espontâneo, com muitas emoções negativas.

DIFERENÇA ENTRE DEPRESSÃO E MELANCOLIA NATAL DE FIM DE ANO
É importante, também, entender a diferença entre depressão e melancolia, vejamos:
Depressão
A depressão é algo mais cotidiano, constante e recorrente e com um vasto leque de sintomas.

Melancolia
A melancolia é um sentimento episódico e com poucos sintomas, sendo o sintoma mais relevante a tristeza que perdura no período que incomoda a pessoa.

A melancolia nem sempre pode ser tida como enfermidade mental.

SINTOMAS DE MELANCOLIA DE NATAL E FIM DE ANO
Indisposição e falta de energia para eventos festivos comuns as datas de Natal e passagem de Ano;
Infelicidade diante das comemorações;
Tristeza ligada aos eventos;
Dificuldade de ter alegria, em especial a alegria comum as datas;
Humor deprimido;
Sentimentos de frustração;
Evitação de eventos, barulhos e músicas ligadas as datas comemorativas;
Sofrimento diante da “felicidade” que as outras pessoas apresentam;
Sentimento de culpa diante da “felicidade” que as outras pessoas demonstram;
Desesperança;
Dificuldade para se alimentar;
Dificuldade de acordar;
Somatização física e orgânica;
Isolamento social;
Choro fácil;
Ansiedade;
Vontade de morrer.

Sintomas graves
Surto psicótico;
Tentativa de suicídio;
Suicídio.

AS CAUSAS DA MELANCOLIA NATALINA E FINAL DE ANO
Normalmente as causas são individuais.

As pessoas normalmente têm os seus motivos, por exemplo: a pessoa pode ter dividas, pode estar desempregado, pode ter perdido alguém querido, pode ter enfrentado decepções, enfrentado separação, como divórcio, perda de filhos, etc, etc.,

Algumas pessoas tem uma predisposição genética que influencia seu estilo de vida, não havendo sofrimento, nem interesse em participar dessas festas. O que não indica que estas pessoas sejam enfermas.

Além das citadas pode-se perceber ainda:

Momento de reflexão e retrospectiva
Essas datas são momentos de reflexão e retrospectiva e quando se faz isso, nem sempre se encontra só coisas boas, ai muitas pessoas se frustram e desenvolvem a melancolia.

E quando a pessoa para e faz uma reflexão acompanhada de uma retrospectiva percebe que o ano foi pesado, surge o pesar pela morte de um ente querido, a perda de um emprego, uma separação ou doença que causou grandes mudanças na vida, aqui surge uma realidade que não se consegue afastar, por mais feliz e próxima do ideal que seja a reunião familiar.

Dai todos esses fatos corroboram e intensificam esse sentimento de tristeza e maior introspecção, comum nas datas de Natal e de Fim de Ano.

Mania de comparação
Existe no homem moderno uma mania de comparação com o outro e isso tem levado muitas pessoas ao sofrimento. As minhas conquistas nem sempre são as conquistam dos outros, dai devemos entender que cada pessoa tem seus sonhos e realizações, não sendo obrigado que isso aconteça com todos.

Foco nos desejos em vez de necessidades
A melancolia pode ter como causa o foco errado.

A pessoa em vez de ter o foco em suas necessidades passa a ter foco nos seus desejos e é aqui que surge o sofrimento e a melancolia.

Por exemplo, saúde é mais importante que dinheiro, etc.

Influencia da mídia que lança a ideia do Natal e Fim de ano perfeito
A influência da mídia no Natal e Fim de Ano perfeito pode ser uma das causas, pois é um fato:

Por todo lado, qualquer um, querendo ou não, se sente cercado pela data: nas redes sociais, no rádio, na televisão, nas conversas e pelas ruas decoradas e iluminadas.

No entanto é um fato: Nem todo mundo tem a oportunidade Natal e Fim de Ano com a família reunida, em volta da mesa farta e com crianças correndo pela casa vestindo gorros de Papai Noel.

Obrigação de celebrar
Outra causa é a tirania da celebração. Todo mundo tem que celebrar, senão não é feliz, não é alegre.

Essa obrigação de celebrar passa a ser um peso para quem não gosta disso, passa a ser uma obrigação e isso gera desconforto, sofrimento e melancolia.

Ter de presentear ou ir a festas só para obter reconhecimento social, numa determinada época do ano, é fator gerador de grande sensação de impotência, principalmente quando a pessoa não pode (porque não tem condições financeiras) ou não tem vontade de presentear.

Essa obrigatoriedade causa raiva, angustia e frustração. Pois a pior coisa é você fazer aquilo que não gosta e não quer, só para agradar.

A SOLUÇÃO PARA MELANCOLIA NATALINA E DE FINAL DE ANO
Caso haja uma situação aguda a pessoa pode buscar ajuda com um especialista, podendo ser um psicanalista, psicólogo, psiquiatra ou outro tipo de profissional na área.

A melancolia pode ser tratada com uma boa conversa, aonde a pessoa possa se abrir sobre seus sentimentos com uma pessoa que possa ajudar.

Esperar passar o período e encarar a vida como ela é, sem expectativas ilusórias, tendo consciência que tudo passa e amanhã é um novo dia.

Nos casos graves deve-se buscar um psiquiatra para conter os sintomas, evitando prejuízos para a pessoa e familiares.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

ZONA DE CONFORTO, OS PERIGOS, AS CAUSAS E COMO SAIR DELA


Alguém já disse: a zona de conforto é o começo do fim.

O fim de uma carreira de sucesso termina quando a pessoa acredita que já sabe de tudo e não precisa aprender mais nada e que o que ele tem é suficiente.

Ou melhor, quando a pessoa se acomoda aos seus padrões egoístas que levam a paralização de uma vida que poderia ser de grande utilidade.

Tudo isso nós chamamos de ZONA DE CONFORTO.
                                                                                
No entanto, vejamos uma definição do que seja zona de conforto:
“É a tendência de fazer o que é fácil, cômodo, conhecido, agradável, confortável. O hábito de fazer as coisas sem a intenção de interromper ciclos viciosos, de maneira improdutiva, sem disciplina e determinação.”

Pessoas que gostam da zona de conforto fazem as coisas sem motivação, sem comprometimento e estão sempre buscando gastar menos energia do que realmente precisam economizar.

Em outras palavras, uma mania de querer que as coisas aconteçam sem que se faça nada para que isso aconteça.

DEFINIÇÃO CLÁSSICA
Zona de conforto, vem do termo CONFORTO, de origem latim, cumfortare que significa aliviar a dor ou a fadiga.

A Zona de Conforto estar associada ao estado prazeroso de harmonia fisiológica, física e psicológica entre o ser humano e  ambiente.

Essa tendência é comum ao ser humano, pois institivamente o ser humano tem uma tendência de evitar o sofrimento e a angustia, dai a tendência do ser humano buscar sempre sobra e água fresca.

Na verdade a ZONA DE CONFORTO é um comportamento que alguém determina por opção pessoal, para si mesmo.

AS CAUSAS POSSÍVEIS
As próprias condições do ser humano
O ser humano por natureza, por uma questão instintiva, tem uma tendência de procurar o cômodo, evitar o sofrimento.

Transtornos mentais não diagnosticados
Transtornos mentais como Depressão leve ou moderada, Distimia, Ansiedade, Fobia, Neurastenia podem estar presente.

Arrogância
A arrogância pode ser uma das causas que leva a Zona de Conforto.

Falta de visão
A falta de visão da pessoa pode ser uma das causas para alguém querer viver na Zona de Conforto.

Outras
Preguiça, medo, falta de energia, fadiga, cansaço, apatia, desinteresse, culpa e desmotivação.

QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS PARA QUEM VIVE NA ZONA DE CONFORTO
As consequências são várias e todas deixam prejuízos para qualquer pessoa, estendendo esse prejuízo a sociedade como todo.
Vejamos algumas:
Perda:
·         Perda de tempo;
·         Perda de talentos;
·         Perda financeira;
·         Perda patrimonial;
·         Perda de oportunidades;
·         Perda de competência.

Outras:
Prejuízos na carreira pessoal;
Prejuízos na carreira profissional;
Prejuízos familiares;

COMO SAIR DA ZONA DE CONFORTO
Algumas atitudes devem ser colocadas em prática para que alguém possa sair da ZONA DE CONFORTO, vejamos algumas:

·         Reconhecer o fato, caso você esteja vivendo na zona de conforto;
·         Aceitar e reconhecer os prejuízos que você tem tido e terá se continuar na zona de conforto;
·         Decidir sair da zona de conforto.

Caso você reconheça os três potos citados, devem seguir algumas dicas, a saber:
·         Sonhe grande, pense sempre em chegar ao topo;
·         Seja competente no que faz;
·         Seja comprometido no que fizer;
·         Seja muito curioso;
·         Seja estudioso;
·         Seja um leitor assíduo;
·         Seja um profissional, faça um curso de formação, ou um curso superior;
·         Busque conhecer outra língua além da que você doina;
·         Invista em você, na sua imagem;
·         Pratiquem esportes coletivos/ aventura;
·         Façam trabalhos voluntários;
·         Administrem seu tempo e sua energia com sabedoria (prazer + dever);
·         Tenham lazer muito saudável e gratificante;
·         Cuide da sua saúde.

Outras dicas:                                                                      
·         Faça alguma coisa que você nunca fez antes;
·         Por uma semana, esqueça a TV e as redes sociais (Facebook, Twitter e Google+);
·         Desenvolva a sua capacidade de iniciativa e proponha uma nova ideia;
·         Se prepare para enfrentar obstáculos e romper seus limipes;
·         Saia da sua rotina, do mesmíssimo;
·         Conheça novos lugares, viaje;   
·         Conheça novas pessoas;
·         Evite o convívio com pessoas pessimistas e sem planos para vida, elas pode lhe contagiar.

Resumindo tudo: Sai da cadeira, do sofá ou do estado de inércia a parta para o ataque, trabalho e dedicação.

RESULTADOS DE SAIR DA ZONA DE CONFORTO
Tem resultados positivos em sair da Zona de Conforto?

A resposta é sim.

Existem muitos resultados positivos em sair da Zona de Conforto, vejamos alguns:
·         Satisfação pessoal;
·         Satisfação profissional
·         Melhora na qualidade de vida;
·         Superação dos seus limites
·         Desenvolvimento das suas habilidades;
·         Aumento das competências;
·         Trabalho prazeroso;
·         Ampliação da sua maneira de ver o mundo;
·         Progresso pessoal e profissional;
·         Desenvolvimento familiar e social;
·         Ganhos financeiros e patrimoniais.

Para concluir, pode-se dizer que o comportamento, ou o habito de viver na Zona de Conforto é algo prazeroso, mas traz grandes perigos para qualquer pessoa, podendo deixar uma vida paralisada e sem capacidade de produzir algo em beneficio de si e de outras pessoas.


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

DICAS PARA VIVER BEM CADA DIA



Normalmente a vida de qualquer pessoa tem dificuldades, exigindo assim que cada pessoa tome comportamentos diversos tendo em vista ajuste e adequação de determinadas situações.

Para tanto se faz necessário que algumas atitudes sejam colocadas em prática, visando uma melhor adequação, fazendo com que a pessoa viva bem. 

Vejamos:

Seja positivo
Evite todo e qualquer pensamento negativo, cada vez que identificar um pensamento negativo, substitua imediatamente por um positivo. 

Somente uma postura positiva e otimista é capaz de trazer bem-estar físico e mental. 

Enfrente suas sombras
Reconheça seu lado ruim, negativo e faça uma análise do que deseja mudar em você e na sua vida e procure melhorar. Comece mudando sua maneira de se tratar, sendo mais amoroso com você como seria com alguém que ama. 

Evite as comparações
Ficar se comparando com quem quer que seja não o fará se sentir melhor, pois as pessoas são diferentes, possuem necessidades, desejos e históricos de vidas diferentes. 

Reconheça seu valor
Perceba que seu valor enquanto pessoa não pode e nem deve ser baseado na maneira como foi tratado, ainda que isso tenha durado toda sua vida. Não permita mais ser desrespeitado ou maltratado, seja por quem for.

Não espere que os outros mudem para ser mais feliz. A mais importante mudança é aquela que acontece dentro de você! 

Enfrente o medo
É importante lidar e enfrentar o medo que as pessoas ou situações provocam e compreender que a percepção de si mesmo está baseada na consequência de fatos que já passaram. Você não pode mudar seu passado, mas pode mudar seu presente.

Evite relacionamentos negativos e/ou pessoas críticas
Receber críticas negativas é pior do que não receber qualquer atenção. Se você convive com alguém que sempre te faz se sentir sem valor algum, afaste-se dessa pessoa.

Identifique suas necessidades
O que você espera receber dos outros pode ser aquilo que não recebeu quando criança de seus pais. Não espere receber dos outros o que só você mesmo pode se dar.

Aprenda com os erros e com a experiência passada, mas não fique se punindo por ter errado, nem lamentando e muito menos se acomode nas situações. Mude o que deseja! 

Valorize sempre suas conquistas
Pare de supervalorizar o que o outro tem ou faz e desvalorizar as próprias conquistas. 

Invista em você
Faça uma lista de coisas boas que pode fazer por você! 

E faça todo dia uma delas. Pode ser coisas simples como dançar, ler, descansar, ouvir música, caminhar. 

Quando possível, tenha contato com a natureza, ande descalça na terra ou na areia para repor as energias. 

Escreva um diário e desabafe tudo nas páginas em branco. Isso ajuda a organizar a mente. 

Aprenda a aceitar elogios! E também se faça muitos. 
Busque seus sonhos! Pense onde os deixou e vá em busca deles. A cada vitória sua autoconfiança cresce e se fortalece. 

Respeite seus limites: aprenda a dizer não! 
Não queira mudar as pessoas, mas você pode mudar sua reação diante do que te fazem. "As situações não são nada, nossa atitude diante delas é tudo." 

Respeite sempre seus sentimentos: seja coerente entre o que pensa, sente e age.
Se não está contente com seu corpo, mude alguns hábitos, pois se fizer tudo como sempre fez obterá os mesmos resultados. 

Identifique suas qualidades e não só os defeitos. Pare de se criticar! 
Não se culpe: não julgue situações passadas com valores do presente. Perdoe-se! 

Ouça a intuição, pois aumenta a autoconfiança.
Reconheça suas conquistas e celebre cada uma delas! 

Mantenha o diálogo interno, ou seja, converse muito consigo mesmo(a).
Acredite que merece ser amado(a) e é especial. 

Ame-se muito! 

Faça psicoterapia. 
O autoconhecimento obtido através do processo da psicoterapia poderá fazer com que reconheça seus reais valores e liberte-se do complexo de inferioridade que acorrenta e aprisiona. 

E acredite acima de tudo em você, isso faz toda a diferença!

Comece tudo isso hoje! 

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

EROTIZAÇÃO INFANTIL E SUAS CONSEQUÊNCIAS



A infância é um período fundamental para o desenvolvimento de um indivíduo, porque é a fase em que ele desperta seus sentidos, suas capacidades, sua imaginação e também seus processos cognitivos.

Entretanto, o que se percebe, hoje em dia, é que esse período está sendo cada vez mais acelerado. 

A exposição dos pequenos a conteúdos inapropriados para sua faixa etária pode criar o que é chamado de erotização infantil. Parece óbvio dizer isso, nós sabemos, mas crianças não são adultos.

As crianças acabam pulando partes importantes dessa fase da vida e dão espaço a uma mentalidade adulta, que começa, muitas vezes, com o uso de roupas nada infantis, sapatos de salto alto, cosméticos e também acessórios, ações que podem parecer normais.

O DESENVOLVIMENTO SEXUAL NA VISÃO DE FREUD
Em 1905, ele publicou Os três ensaios sobre a sexualidade, num dos quais abordava especificamente a sexualidade infantil - conceito fundamental para a Psicanálise, até os dias atuais.

Para Freud, a sexualidade da criança possui duas características principais: é perversa e polimorfa. Isto significa dizer que ela é auto-erótica e satisfeita através da estimulação de zonas erógenas no próprio corpo da criança. As fases do desenvolvimento infantil, segundo a teoria freudiana, estão ligadas ao deslocamento da libido (energia sexual) a cada uma dessas zonas. 

Assim, a criança deve passar pela fase oral (obtendo prazer pela sucção do seio materno, da chupeta, do dedo, ou levando os objetos à boca), pela fase anal (quando aprende a controlar a atividade esfincteriana), e por outras, até chegar à puberdade. 

A auto-estimulação de zonas erógenas não se configura propriamente como uma masturbação - atividade característica da puberdade - e sim como um tipo de sexualidade especialmente infantil, diferente da adolescente e da adulta. 

Logo não existe aqui necessidade de estimulação externa para que a criança desenvolva sua sexualidade, como alguns leigos defendem, alias toda estimulação externa empregada para estimular a sexualidade infantil trás prejuízos para criança.

Na verdade a estimulação sexual de qualquer criança, menino ou menino gera o que chamamos de erotização precoce, que não deixa de ser uma violência sexual, com resultados impactantes para vida toda da criança.

A REALIDADE NUMÉRICA DOS RESULTADOS DA EROTIZAÇÃO
O número de meninas de 10 a 14 anos, que tiveram filhos pela primeira vez, quase dobrou em 2012, em relação a 2011. Foram 20.632 crianças e adolescentes, segundo pesquisa do IBGE tendo como base o Censo 2012. 

Estudos do SIPIA (Sistema de Informação para a Infância e Adolescência) indicam que no Brasil, a cada 4 horas uma criança sofre abuso sexual. 

Além disso, outro fator complicador é a impunidade quase certa pra quem pratica esse tipo de crime. 

Segundo dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o índice de resolução de crimes de agressão aponta para vergonhosos 9%, sem contar com o cumprimento da pena, já que a pesquisa refere-se à resolução somente como sentença judicial.

EROTIZAÇÃO PRECOCE
O sexo e tudo que o envolve, sedução, conquista, intimidade, prazer e reprodução, faz parte do mundo dos adultos. Assim como o trabalho e a responsabilidade civil ou criminal. 

Incentivar ou permitir que uma criança, fale se vista ou dance como adultos é como assistir passivamente aos menores que trabalham nos fornos de carvão ou nos canaviais do nordeste. 

Permitir, incentivar, insinuar ou expor crianças em publico desnuda, ou seminua ou em situação que não própria para criança implica em erotização erótica.

A erotização precoce da criança é abuso, pois favorece a violência que atinge milhares de pessoas diariamente.

O QUE CARACTERIZA A EROTIZAÇÃO INFANTIL
A erotização infantil é caracterizada pelo incentivo e ou a exposição da criança e do adolescente de 0 anos até 14 anos de idade a situações ligadas a sexualidade própria do adulto.

Vejamos algumas situações que podem indicar a erotização infantil:

Estimular, incentivar ou expor crianças a:
Convívio com pessoas que vivem na libertinagem ou promiscuidade;
Vivência da criança em locais impróprios para sua idade;
Danças sensuais, próprias para adultos;
Uso de roupas que sensualizam a crianças, próprias para pessoas adultas;
Uso de maquiagem que sensualiza a criança;
Uso de sapatos de salto alto;
Uso de roupas íntimas próprias para pessoas adultas;
Pouse sensuais, através de fotos ou como modelos;
Fotos com crianças como peças de roupas ou sapatos que indique sensualidade própria dos adultos.

PERPLEXIDADE E PASSIVIDADE DA SOCIEDADE DIANTE DO FENÔMENO.
Uma tendência social demora a se tornar “aberração”. 

Até que os números sejam coletados e os dados vistos como alarmantes muitas vítimas já foram feitas. As pessoas tendem a ver a violência, as drogas e até a erotização precoce como algo distante, que acontece aos filhos dos outros. Mas é fato de que ela pode atingir qualquer família, logo não a preocupação não é algo que pertence apenas aos outros.

O silêncio tolerante da sociedade frente à realidade da erotização infantil, da exposição à violência, da exploração comercial sexual de crianças e adolescentes fere princípios éticos, liquida valores fundamentais, corrompe a sensibilidade de um povo e ameaça profundamente a constituição de uma sociedade justa.

O não fortalecimento da rede de proteção básica passa obrigatoriamente pela irresponsabilidade de pais despreparados, pelo ensino deficiente, pela ineficácia da fiscalização pública, pelo desinteresse geral da imprensa, pelo utilitarismo sórdido da propaganda, pela promiscuidade de setores da mídia, pela impunidade dos criminosos e pela negligência do Estado que se omite nas questões fundamentais geradoras de violência, pela qual morrem no Brasil, todos os dias, 100 crianças.

FENÔMENO SOCIAL IMPOSTO PELA MÍDIA
Os meios de comunicação, ao contrário do que muitos pensam, não têm o menor compromisso com a cultura e a formação dos indivíduos. É uma vitrine de tudo que pode vender milhões, não importando a qualidade do produto.

O PAPEL DA MÍDIA
O papel hoje é disseminar um culto à celebridade, que dá lugar ao surgimento de uma espécie de casta na sociedade, a casta dos famosos.

A EROTIZAÇÃO INFANTIL FAVORECE AO ABUSO E A VIOLÊNCIA SEXUAL
O abuso sexual infantil consiste em todo ato ou jogo sexual, seja ele homossexual ou heterossexual, cujo agressor encontra-se em um estágio de desenvolvimento psicossexual mais adiantado do que a criança ou o adolescente, sejam eles pais, responsáveis, conhecidos ou desconhecidos. O autor da violência sexual pode ser também um adolescente que tenha três ou cinco anos a mais que a vítima. 

O agressor tem por intenção estimulá-la sexualmente ou utilizá-la para obter satisfação sexual, ocorrendo manipulação, contato oral, genital, estimulação ou a penetração anal. 

É imposta à criança e ao adolescente, práticas eróticas e sexuais, podendo também variar desde atos nos quais não se produz o contato físico, como o voyeurismo, exibicionismo e produção de fotos, até diferentes tipos de ações incluindo o contato sexual com ou sem penetração.

O abuso sexual pode ser classificado como extrafamiliar ou intrafamiliar, sendo este o mais frequente. 

O abuso sexual extrafamiliar ocorre fora do ambiente familiar, no qual o abusador é geralmente desconhecido. O agressor se torna amigo da vítima e após obter a sua confiança a agride sexualmente. 

Após a agressão, ocorrem ameaças à criança, como por exemplo, “não poderemos ser mais amigos se você contar a alguém” e a criança devido à culpa que sente e por acreditar na amizade silencia-se. 

O abuso sexual representa uma verdadeira catástrofe na vida de uma criança e produz uma devastação da estrutura psíquica que afeta seus distintos aspectos”.

AS CONSEQUÊNCIAS DO ABUSO SEXUAL
Os adultos que sofreram abuso na infância ficam lesados em sua autoestima, e em consequência disso, a vulnerabilidade das mulheres em relação a homens sexualmente exploradores aumenta, e sua capacidade de proteger os filhos diminui. 

Frequentemente o abusador reproduz os modelos de violência que vivenciou em sua infância, gerando o ciclo da violência, porém é importante ressaltar que nem todas as vítimas tornam-se agressores.

As crianças e os adolescentes que sofreram abuso sexual apresentam comportamentos como sentimento de culpa, depressão, baixa auto- estima, timidez, agressividade, medo, embotamento afetivo, isolamento, dificuldade em confiar nos outros, alterações de sono, dores abdominais, fugas de casa, sexualidade exacerbada, etc.

Entre os efeitos em curto prazo, observou-se a aparição de fobias, atraso escolar e enurese, mais tarde notou-se a gravidez na adolescência e tentativas de suicídio. a criança abusada sexualmente vivencia uma situação de ameaça e desamparo, sendo a angústia experimentada de morte. 

O sentimento de desamparo é consequência da quebra de confiança das figuras que esperava proteção amorosa. Ressalta que a condição da criança como sujeito é abolida e o agravante é que a violência exercida pelo adulto, que deveria ser referência de modelo para suas relações futuras foi o responsável pela anulação da sua própria subjetividade. 

A criança sente-se traída e ao mesmo tempo culpada, pois é levada a fantasiar que foi a causadora de sua própria situação de abuso, criando-se um vínculo maior em relação ao silêncio. 

A imagem que a criança tem de si e do mundo torna-se distorcida, ocorrendo uma confusão na percepção de si mesma, e de suas emoções, pois a vivência traumática ocorre em um período de grande vulnerabilidade, no qual a criança está desenvolvendo sua capacidade de elaboração psíquica.

TRANSTORNOS MENTAIS, OUTRA CONSEQUÊNCIA DO ABUSO E DA VIOLÊNCIA SEXUAL
As consequências que o abuso pode acarretar às crianças vitimadas são o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), Transtorno Dissociativo, Transtorno Depressivo Maior, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Transtornos Alimentares.

Podem apresentar sentimentos de culpa, baixa autoestima, timidez, agressividade, medo, embotamento afetivo, isolamento, dificuldade em confiar em outras pessoas.

Alterações no sono, dores abdominais, fugas de casa, mentiras, sexualidade exacerbada e desesperança em relação ao futuro. Revelam que o comportamento da mãe frente o abuso pode influenciar negativa ou positivamente no desenvolvimento da criança.

As consequências mais observadas em crianças e adolescentes são a depressão, agressividade, medo, sexualidade exacerbada e dificuldade em confiar-nos outros. 

Crianças que sofreram o abuso apresentaram problemas de Aprendizagem, transtorno psicossomático, sexualidade exacerbada, culpa, fobias e medos noturnos. 

Entre as consequências mais observadas em mulheres eram a depressão, a ansiedade e problemas de relacionamento, vividos por diversas vezes de forma violenta. 

Em alguns casos, as mulheres apresentavam sexualidade exacerbada e que, por diversas vezes tinham uma imagem confusa de si mesmas e fobias. 

Outros estudos revelam que as mulheres abusadas sexualmente na infância manifestavam depressão, comportamento autodestrutivo, ansiedade, sentimentos de isolamento, baixa autoestima e tendência à revitimação e abuso de substâncias.

QUAL O PAPEL DA SOCIEDADE
O papel da sociedade é proteger a criança independente de qualquer coisa, não importa qual ideologia politica, social e religiosa ela tenha, é sua obrigação proteger a inocência da criança e favorecer um ambiente sadio para que a criança venha a desenvolver sua sexualidade naturalmente. 

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

DICAS PARA ATINGIR OBJETIVOS E METAS DE MANEIRA SATISFATÓRIA


Dentre as muitas leituras que tenho feito nos últimos dias, li um livro que tem por título, A DIETA ESPIRITUAL, de ALLAN PERCY, um livro que aborda algumas questões INQUIETANTES vivenciadas por muitas pessoas.

O autor desse livro oferece, bem no início, algumas dicas que direcionam qualquer pessoa que têm objetivos e metas a serem atingidas, vejamos:

Primeiro, ELIMINE AS ATITUDES AUTODESTRUTIVAS...
Muitas vezes o nosso inimigo se encontra dentro de nós.

São atitudes autodestrutivas, são atitudes que tomamos e que em vez de construir, destrói  o nosso ser, o nosso bem estar, causando desconforto e consequentemente a nossa  felicidade.

O exemplo de uma atitude negativa pode ser a procrastinação, o ato de deixar as coisas sempre para o outro dia.

Quer viver bem? Quer alcançar seus objetivos na vida? Caso queira, elimine as atitudes autodestrutivas.

Segundo, CULTIVE HÁBITOS QUE ESTIMULEM O OTIMISMO E A EFICIÊNCIA...
Os nossos hábitos precisam ser revistos sempre, pois alguns hábitos podem  causar prejuízos ao desenvolvimento de qualquer pessoa.

Rever hábitos é algo de muita  importância, pois as vezes, esses hábitos precisam ser mudados, reformulados, como também existe a necessidade do surgimento e o desenvolvimento de novos hábitos.

Após rever os hábitos, elimine aqueles que estão lhe causando prejuízo, faça a eleição de novos hábitos e os cultive.

Hábitos que estimulem o otimismo e a eficiência são extremamente importante para aqueles que querem atingir seus objetivos e metas.

Terceiro, LIVRE-SE DAS ARMADILHAS MENTAIS...
Parece que não, mas as vezes a nossa mente pode trabalhar contra os objetivos e metas que foram  determinados.

Identificar as armadilhas mentais que travam o desenvolvimento pessoal é de sua importância, pois do contrário, seus esforços e recursos empregados para atingir os objetivos e as metas poderão não serem atingidos.

Quarto, TRABALHE COM EXPECTATIVAS REALISTAS...
Rever objetivos e metas, bem como criticá-los evita inúmeras frustrações. 

Dai a necessidade de fazer perguntas como: meus objetivos e minhas metas são de fato realistas? São necessárias? Tenho as reais condições de atingí-los.

Esse ponto é importante, pois muitas vezes gastamos muito tempo querendo atingir objetivos e metas que são ideias para outras pessoas e não para nós.

Tenho notado que existe por parte de muitas pessoas um exagero em querer ser rico, conseguir tudo o que é comum ao capitalismo, no passo de mágica.

Muitos persistem em achar que a felicidade reside na execução de ferramentas que são apresentadas como solução para todos os problemas existente no mundo de uma pessoa.

Dai estão criando objetivos e metas que causam mais frustrações do que satisfação. Não são poucos as pessoas que estão participando de eventos e mais eventos com preletores que oferecem maneiras fáceis de conquistar o sucesso, quando a realidade é totalmente diferente.

Rever objetivos e metas evita muitas frustrações, bem como oportunidade de revisão, quando não, o estabelecimento de novos objetivos e novas metas.

Esse último ponto é importante, tendo em vista o fato de que muitas pessoas estão frustradas, por perseguirem objetivos e metas que nunca lhe pertenceram.

Por fim, colocando em prática esses quatro dicas aqui apresentadas, certamente levarão qualquer pessoa a atingir seus objetivos e metas de maneiras mais que satisfatória, sem correr o risco de passar por frustrações.