terça-feira, 9 de junho de 2020

A CLOROQUINA E SEU POTENCIAL PARA TRATAR A COVID-19: UMA RESPOSTA AOS QUESTIONAMENTOS SOBRE O USO DA CLOROQUINA

Publicado 1º estudo sobre cloroquina contra covid-19 por médicos ...

A CLOROQUINA É UMA MEDICAÇÃO ANTIGA

A HISTÓRIA DA CLOROQUINA
ANTES DE TUDO VAMOS FALAR UM POUCO SOBRE A HISTÓRIA DA CLOROQUINA

O começo de tudo, uma planta chamada CINCHONA:
A Planta CINCHONA é nativa do Peru, dos Andes.

Os povos indígenas do Peru, extraíam da casca da árvore de CINCHONA (Cinchona Officinalis), um extrato que era usado para tratar a febre e calafrios, isso no século XVII. 

Em 1633, a CINCHONA passou a ser utilizada na Europa para tratar febre, calafrios e também para combater a malária.

USO POPULAR DA CINCHONA OU QUINA-QUINA NO NORTE DO BRASIL
A CINCHONA, conhecida como QUINA OU QUINA-QUINA no Norte do País é usada o pelos povos indígenas e nativos em geral como chá para:
Auxiliar no tratamento da malária; 
Melhorar a digestão;
Ajudar a desintoxicar o fígado e o organismo;
Ação antisséptica e anti-inflamatória;
Combater a febre;
Reduzir dores no corpo;
Auxiliar no tratamento de angina e taquicardia.

Da CINCHONA, conhecida no Amazonas como QUINA-QUINA se extrai a QUININA que é usada em refrigerantes, por exemplo, a Água Tônica contém 5mg/l dessa substância.

DO QUININO, QUE VEM DA PLANTA CINCHONA, SURGE A CLOROQUINA
QUININO:
O quinino que era usada para combater a malária foi isolada em 1820, passando a ser o princípio ativo da cloroquina e seus derivados. 

O quinino foi amplamente recomendado durante o enfretamento da gripe espanhola, entre 1918 e 1920, isso há 102 anos.

Hoje, a cloroquina é um sintético do quinino.

CLOROQUINA:
A Cloroquina vem do Quinino e foi descoberta em 1934 por um investigador da BAYER, chamado Hans Andersag.

E desde 1947, a Cloroquina passa a ser medicamento usado oficialmente no tratamento e prevenção da malária em regiões onde as pessoas correm o risco de contrair a enfermidade.
Portanto, usada oficialmente há 73 anos.

Por incrível que pareça, apesar de todo mundo falar contra a cloroquina, ela faz parte da lista de medicamentos essenciais da organização mundial de saúde - OMS, numa lista dos medicamentos mais eficazes, seguros e fundamentais num sistema de saúde mundial.

A DIFERENÇA ENTRE CLOROQUINA E HIDROXICLOROQUINA
São dois remédios de formulações diferentes, mas com a mesma substância, a cloroquina.

A CLOROQUINA:
A Cloroquina é a substancia predominante e considerada mais eficaz do que a Hidroxicloroquina nos tratamentos aos quais são indicadas.

Ela pode ser aplicada como: difosfato, sulfato ou cloridrato de cloroquina.

indicada para ser usar durante pouco tempo, devido seus efeitos colaterais.

Ela é mais barata.

A HIDROXICLOROQUINA:
A Hidroxicloroquina é um derivado da cloroquina.

A Hidroxicloroquina é considerada um pouco mais segura, com menos efeitos colaterais.

Ela pode ser aplicada como: sulfato de Hidroxicloroquina.

Indicada para ser usada por mais tempo, pois tem menos efeitos colaterais.

Ela é mais cara.

No entanto, as duas podem ser usadas, segundo a prescrição médica para tratar a Covid-19.

DAQUI EM DIANTE VOU USAR O TERMO CLOROQUINA E SEUS DERIVADOS, PARA NOMEAR A MEDICAÇÃO EM SI E TODA MEDICAÇÃO QUE TEM COMO PRINCÍPIO ATIVO A CLOROQUINA.

RESPONDENDO ALGUMAS PERGUNTAS QUANTO AO USO DA CLOROQUINA E SEUS DERIVADOS

A MOTIVO DA POLÊMICA EM TORNO DA CLOROQUINA
POR QUAL MOTIVO DE DISCUTE TANTA A CLOROQUINA E SEUS DERIVADOS?
A discussão quanto ao uso da cloroquina tem sido acalorada devido:
A politização, polaridade e a ideologização da cloroquina, ou melhor, a Cloroquina tornou-se uma bandeira partidária.
Daí temos um grupo de torce a favor e outro que torce contra... o que é um erro moral.
Quando as pessoas pensam em cloroquina, se pensa numa bandeira partidária e isso é um grande erro.
O pior é que essa polarização e politização tem influenciado os especialistas e cientistas que já entram numa pesquisa armados e predispostos a provar que a substancia não funciona e quando isso aconteça, o processo deixa de ser ciência, pois o resultado é contaminado emocionalmente, sendo o resultado invalidado.

A CLOROQUINA SE MOSTRA AO LONGO DOS ANOS UMA MEDICAÇÃO SEGURA
ALGUÉM PERGUNTA: A CLOROQUINA É UMA MEDICAÇÃO SEGURA?
A resposta é: Sim, pelo o que seu histórico indica a Cloroquina é uma medicação segura.

E por qual motivo digo isso? Digo pelos seguintes:
A própria Organização Mundial da Saúde - OMS afirma que é uma medicação segura.

A Cloroquina já é usada há mais de 70 anos, precisamente há 73 anos.

A Cloroquina já trata outras enfermidades, como malária, lúpus, reumatismos. artrites, artrose e muitas outras.

Ninguém tem notícia de que tenha morrido alguém por uso da Cloroquina ou a Hidroxicloroquina.

Os efeitos colaterais são poucos diante de muitos remédios consumidos por parte da população, inclusive medicações que você compra na farmácia sem receita, como por exemplo: Dipirona, Engov, Paracetamol, Sonrisal, Aspirina, etc, etc.

Para se ter uma ideia, a Cloroquina, antes da pandemia, não tinha contra indicação nem para mulheres grávidas, e de repente, ela passou a ser tóxica e matar pessoas, por qual motivo?

Daí, as perguntas:
Se a Cloroquina é tão perigosa, por qual motivo ela era vendida nas farmácias, até o mês de março de 2020, sem prescrição médica?

Se a Cloroquina é uma medicação era tão mortal, por qual motivo passaram quase 80 anos para descobrir tal coisa?

Aonde estava a ANVISA?

Como um órgão governamental deixa uma medicação por tanto tempo nas farmácias, sendo ela tão perigosa? 

O PERIGO DA CLOROQUINA É O MESMO DAS OUTRAS MEDICAÇÕES VENDIDAS COM E SEM PRESCRIÇÃO
MAS A CLOROQUINA E SEUS DERIVADOS NÃO TÃO PERIGOSOS?
O perigo da Cloroquina é o mesmo que as outras medicações que são vendidas nas farmácias sem prescrição médica, aliás, tem algumas que são mais perigosas e nem por isso se deixa de vender, nem as pessoas deixam de comprar.

Mas para ninguém dizer que estou incentivando o uso de medicação sem prescrição, digo que o risco e o perigo da Cloroquina e seus derivados é o mesmo que as medicações prescritas pelos médicos, pois hoje se sabe que a terceira causa de morte no mundo é o uso de medicação prescrita.

Logo, perigo por perigo, todos nós já corremos quando buscamos um médico, com ou sem pandemia.

A EXIGÊNCIA DE UMA COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DEVE VALER PARA TODA E QUALQUER MEDICAÇÃO QUE ESTAR SENDO USADA NO TRATAMENTO DA COVID-19. 
MAS COMO PODE USAR UMA MEDICAÇÃO SEM COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA?
Como base nisso muitas pessoas alegam que a Cloroquina não pode ser usada por que não têm comprovação científica quanto a sua eficácia no tratamento da Covid-19.

Sim. Mas nada que é usado para tratar a Covid-19 tem comprovação científica, nem mesmo o Distanciamento Social, Isolamento social e Lockdown.

Assim como a Cloroquina e seus derivados não tem comprovação científica contra o novo corona vírus, as outras medicações usadas também não tem, logo, tudo o que é usado hoje para combater a covid-19 estão em pé de igualdade, só que a Cloroquina e a Hidroxicloroquina foram marginalizadas, isso é o fato.

GARANTIA DE CURA
MAS O USO DA CLOROQUINA NÃO É GARANTIA DE 100%?
Sim. Mas qual a medicação que tem garantia de 100% de resultado, levando em conta a farmacinética, que é o efeito da medicação no organismo e as reações do organismo diante uma substancia?

Exemplo: a quimioterapia, funciona para algumas pessoas que tem câncer, para outras não, e aí? Isso invalida o uso da quimioterapia? Claro que não?

EFEITOS COLATERAIS GRAVES COMO: RISCO DE MORTE SÚBITA, PERDA DE VISÃO
MAS A CLOROQUINA NÃO TEM EFEITOS COLATERAIS GRAVES COMO MORTE SÚBITA, DEVIDO ARRITMIA, E TAMBÉM CAUSA CEGUEIRA?
É, pode até ser, mas é difícil, pois a pessoa só vai tomar durante 5 dias, numa dosagem baixa e com acompanhamento médico, diante disso, o risco é mínimo, o mesmo que tomar um Engov ou uma latinha de energético.

Na bula oficial da ANVISA sobre a Cloroquina o perigo de arritmia, ou alteração no eletrocardiograma, para mais ou para menos; perda da visão, visão borradas são tidas como reações raras ou muito raras, não são reações comuns.

Isso se a pessoa toma a medicação por longo tempo, o que não é o caso da medicação aplicada aos portadores da Covid-19, que tomam a medicação por 5 dias, de preferência, na primeira fase da enfermidade.

AGORA VAMOS AOS FATOS: AS RAZÕES DESSA PERSEGUIÇÃO PARA COM A CLOROQUINA E SEUS DERIVADOS.
QUESTÃO DO PATENTEAMENTO:
A Cloroquina não é e nem pode ser patenteada por nenhum laboratório, logo ela não interessa aos grandes laboratórios e para as grandes indústrias farmacêuticas.

QUESTÃO DO PREÇO:
O custo da CLOROQUINA, no máximo chegava a R$ 6,00, hoje ficou mais cara devido a demanda, mas não chega a R$ 100,00 enquanto a outra medicação, no caso o REMDESIVIR, que é usada também custa em média  $390 dólares por dez dias, se não funcionar e $4.460 dólares, por dez dias, se funcionar.

Olha que a diferença é grande... mesmo com o preço alto, a CLOROQUINA fica por r$ 100,00, caixa com 20 ou 30 comprimidos.

O outro, o REMDESIVIR é compra no dólar, $390 x 4,97 = R$ 1.938; (se não funcionar o SUS vai pagar esse valor); se funcionar, o SUS vai pagar por dez dias de tratamento $ 4.460,00 x 4,97 = R$ 22.166,00.

Ou melhor, a briga é exatamente por isso: por dinheiro.

Sem contar a propina, que os agentes públicos ganham através dos laranjas.

Ou melhor, a cloroquina e seus derivados não vão render nada aos grandes laboratórios e indústrias farmacêutica, logo não interessa.

Os grandes laboratórios e as industrias farmacêuticas estão ganhando tempo, para isso, estão usando aqueles que estão se agarrando com as causas políticas.

QUESTÃO POLÍTICA:
A questão política, ideológica e partidária tem falado mais alto que a necessidade da população. 

Como Cloroquina foi tomada pelo Presidente do Brasil e dos Estados Unidos como uma bandeira de salvação, os seus opositores reagiram contra, não querendo saber, se funciona ou não.

O que é uma atitude incoerente e insana.

NECESSIDADE DE UMA COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA
NÃO TEMOS QUE ESPERAR QUE HAJA UMA COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA PARA USAR A CLOROQUINA?
Com base na pergunta muitos estão afirmando que a Cloroquina só deve ser usada após uma comprovação científica.

Quem pensa assim não sabe o tempo que se faz necessário para que uma medicação seja colocada nas farmácias.

Por exemplo:
O tempo médio para um medicamento chegar à mão do consumidor é de pelo menos:
06 a 07 anos se for um antiviral daqueles que um governo faria qualquer coisa para obter.
18 anos para as drogas mais elaboradas.

Estamos em guerra, não podemos ficar esperando que os cientistas venham com uma medicação 100% eficaz, pois isso leva tempo, muito tempo.

Esperar 06 – 07 anos para começar a usar uma medicação para tratar a Covid-19 é irracional.

Não temos como esperar. as certezas virão durante o combate ao vírus, e não na espera.

Não podemos deixar as pessoas morram sem que haja uma tentativa de salvação para essas pessoas.

Se tem uma chance de cura, não importa o percentual de resultados, essa chance deve ser aproveitada, pois o importante é tentar.

NA MINHA OPINIÃO, A CLOROQUINA E SEUS DERIVADOS DEVEM SER ACEITOS COMO SENDO ÚTEIS NO COMBATE AO CORONA VÍRUS, TANTO PELO GOVERNO ESTADUAL E MUNICIPAL
Portanto, diante do que disse, mesmo reconhecendo as minhas limitações na área, pois não sou farmacêutico, nem médico, eu acho que o Governo Estadual e Municipal deveriam ser mais abertos, e oferecerem ao povo a liberdade escolher tomar ou não a CLOROQUINA, ou a HIDROXICLOROQUINA, BEM COMO OUTRAS MEDICAÇÕES QUE TAMBÉM SÃO TEMAS DE DEBATE, COM A PRESCRIÇÃO E ACOMPANHAMENTO MÉDICO.

Mas alguém pode dizer, mas os Governo Estadual e Municipal incluíram no Protocolo de Tratamento da Covid-19, a Cloroquina, a Hidroxicloroquina e outras, mas isso não tem sido uma realidade, pois as pessoas não estão encontrando a medicação para comprar nas farmácias.

E por isso, temos pessoas morrendo todos os dias, em nosso Estado.

Não acho justo o Governo Estadual e Municipal negarem ao povo a Cloroquina e seus derivados. É hora dessa situação mudar.

A medicação tem salvado muitas vidas, em muitos lugares, isso já é fato comprovado e contra fatos, não há argumentos.

Digo mais, se a medicação não tivesse ou não desse resultados, os grandes grupos de planos de saúde não estariam oferecendo aos seus associados a medicação, tenho certeza disso.

terça-feira, 19 de maio de 2020

COMO LIDAR COM AS CRIANÇAS EM TEMPO DE PANDEMIA


Crianças são o grupo mais vulnerável em períodos de crise ...

O QUE É IMPORTANTE PARA SER OBSERVADO NO LIDAR COM AS CRIANÇAS NO PERÍODO DA PANDEMIA
Por Francisco Fernandes, Psicanalista e Coach Emocional

Com a advento da Pandemia a humanidade em geral tem diante de si um novo desafio, o de se habituar a uma nova maneira de viver e enfrentar situações diversas e adversas em várias áreas.

A maneira de se relacionar, se torna então o centro de atenção dos especialistas, pois todos, com raras exceções se encontram perdidos, quando não necessitando de orientações para melhor lidar com a situação.

E diante dessas áreas necessárias de orientação, encontramos a idade infantil, ou melhor, as crianças, que se encontram de certa forma no vácuo, sem entender realmente o que se passa, e ainda por cima, com dificuldades de se habituar dentro da nova realidade.

Do outro lado, temos os pais que aflitos, de uma forma ou outra tentam a todo custo proteger suas crianças da melhor maneira possível.

Mas aqui encontram-se as dificuldades, não só na comunicação e relacionamento, mas como também na adaptação das crianças em situação de estresse, ansiedade, medo e incertezas.

Não só isso, o cenário que vivemos tem seus resultados e efeitos emocionais negativos nas crianças, bem como o desenvolvimento de transtornos psíquicos diversos, como:
·         Insônia;
·         Irritabilidade;
·         Ansiedade;
·         Depressão;
·         Fobia;
·         Medo;
·         Síndrome de pânico;
·         Dificuldades de relacionamento;
·         Dificuldades escolares;
·         Baixa da imunidade;
·         Obesidade.

Diante disso, pergunta-se o que fazer?

Como lidar com as crianças nesse período de pandemia, sem que haja prejuízos?

Na verdade, não temos respostas prontas, pois tudo foi tão de repente, que precisamos processar o que estamos passando para daí elaborarmos estratégias, métodos e técnicas para lidar com tudo o que tem acontecido ao nosso redor.

Diante disso, passo algumas dicas e orientações de como lidar com as crianças nesse período de pandemia, tendo como base as orientações encontradas no documento da Sociedade Brasileira de Pediatria, baseadas em pesquisas da Neurociência recentes, com várias adaptações que eu mesmo elaborei a acrescentei ao texto

Para tanto vou desenvolver o assunto tendo em vista aqui que é importante ser observado e colocado em prática no lidar com as crianças nesse período de pandemia.

A IMPORTÂNCIA...

DO PLANEJAMENTO
Os pais devem discutir e estabelecer um planejamento para implementar com suas crianças, isso implica em estabelecer atividades, tarefas e horários que devem ser cumpridos.

Tudo tem que ser organizado e os pais devem estar atentos para a supervisão.

Lembrando que esse planejamento tem que ser dentro da realidade e necessidades das crianças, respeitando a faixa etária de cada um.

Claro que isso vai requerer dos pais mais trabalho e dedicação, sim, mas não tem outra maneira de fazer isso, no entanto, pode ser permitido uma média para que todos possam ser atendidos nesse planejamento.

Os pais são os responsáveis pelo controle e avaliação das atividades, deixando claro para as crianças que existe uma hierarquia, evitando assim, que cada queira fazer o que bem entender na implementação dos objetivos e metas.

DE UMA AGENDA
Os pais devem dentro do Planejamento providenciar o agendamento de todas as atividades e tarefas, permitindo a participação dos mesmos, dentro de suas prioridades, sem que os pais deixem de decidir o que é prioritário e importante para suas crianças.

Lembrando que as crianças não estão de férias, mas passando um período emergencial em casa, com atividades que devem ser realizadas assim, como em outros dias.

Dai a importante da agenda, bem como a realização de tudo o que for estabelecido nela.

DO USO DAS MÍDIAS
Os pais devem manter o controle do uso das mídias por parte de suas crianças.

Se constitui um erro grave e de sérias consequências os pais deixarem suas crianças muito tempo em frente às telas do celular, tablet, computador e televisão.

O conteúdo para as faixas etárias, bem como o tempo de exposição das crianças a tecnologia devem ser respeitados.

Crianças menores de dois anos não devem ser expostas a telas, mesmo que passivamente, ou para simples passar tempo.

DAS ATIVIDADES DOMÉSTICAS
Os pais devem envolver as crianças nas atividades domésticas respeitando as limitações dentro de cada faixa etária.

A delegação de atividades domésticas é por demais salutar nesse tempo, como também cria nas crianças o interesse e a valorização dos trabalhos domésticos, normalmente feitos pelas mães.

Esse período é uma boa ocasião para ensinar as crianças a valorizar os serviços domésticos, bem como aprender várias atividades, dependendo da capacidade de cada crianças.

DAS ATIVIDADES FÍSICAS
Os pais devem planejar para suas crianças atividades físicas, evitando que os mesmos passem o dia no sofá, diante do aparelho de televisão.

Essas atividades físicas devem ser incluídas no planejamento diário das crianças, podendo ser realizadas em conjunto, com os pais e as crianças.

Os pais podem encontrar várias maneiras de incentivar e realizar as atividades físicas com suas crianças, basta pesquisar que vão encontrar inúmeras atividades que podem ser feitas dependendo de cada faixa etária.

DO USO DA TECNOLOGIA
Os pais podem muito bem utilizar a tecnologia a seu favor e a favor das crianças.

A tecnologia pode ser estimulada para os contatos com os familiares distante, bem com amigos e vizinhos, sendo usando para tanto a videoconferência.

É muito salutar o contato das crianças com familiares e amigos nesse período, pois alivia o estresse, bem como notifica às crianças que as outras pessoas estão bem e vivendo nas mesmas condições que as suas.

Lembrando que o horário passa uso do celular, tablet, computador deve ser determinados pelos pais, de acordo com a necessidade das crianças, sem que haja prejuízo para as mesmas.

Não é bom liberar tudo ou todo tempo.

DOS CUIDADOS E HIGIENIZAÇÃO
Os pais devem orientar e ensinar suas crianças as formas corretas dos cuidados e higienização que eles devem ter para não contrair o vírus.

O ensinamento da forma correta de higienização das mãos, além de proteger o rosto ao espirra ou tossir e evitar o contato físico e seguir outras normas de prevenção ajudarão muito as crianças criando assim uma geração de pessoas mais cuidadosa quanto a prevenção.

As orientações e o ensino de novos hábitos de higienização devem obedecer a capacidade de compreensão de cada faixa etárias, usando uma linguagem simples, podendo ser usada uma metodologia aonde seja favorecido o uso do lúdico, músicas, leituras, estórias e brincadeiras.

Saliente para as crianças que as medidas de prevenção são úteis para melhorar a qualidade de vida para todos.

DA CONVERSAÇÃO
A conversa com as crianças é muito importante nesse período.

Os pais devem explicar às crianças de forma simples e que elas entendam, a situação que estão vivendo.

Nessa conversa que os pais terão com as crianças, deve-se usar: uma linguagem simples, que a criança entenda e que seja apropriada a faixa etária

Outra coisa importante, a conversa deve ser desprovida de ameaças e medos.

É recomendado que os pais falem para suas crianças de maneira tranquila, sem alarde, evitando assim o surgimento de medo, ansiedade e estresse.

DO AMBIENTE SEGURO E ACOLHEDOR
Os pais devem oferecer as suas crianças um ambiente seguro e acolhedor, não importando a sua classe social e econômica, pois isso é muito relativo.

As vezes uma criança tem tudo no que diz respeito a segurança econômica, mas lhe falta a presença, atenção e carinho dos pais, gerando assim, a sensação de insegurança nessa criança.

A presença emocional dos pais nesse momento é muito importante para que a criança responda de maneira positiva ao momento de crise e incerteza a qual se encontra.

DA UNIÃO FAMILIAR
Os pais devem reforçar a união familiar, havendo a necessidade de ser criado no planejamento, e na agenda, espaço para as atividades que vão dizer para as crianças que a família estar unida, não importando a situação.

No caso das atividades, as mesmas devem ser alegres, divertidas e prazerosas. Essas atividades vão desde as refeições juntos, participação nas tarefas domésticas, contar histórias interessante, etc.

Nesse momento pode ser importante contar para as crianças a história das famílias, olhar as fotos e vídeos antigas, os feitos de parentes próximos, etc.

Deixar claro às crianças que eles têm uma origem, bem como o compromisso que compartilhar de tudo aquilo que seus pais representam.

DO EXEMPLO OU REFERÊNCIA DOS PAIS
Os pais devem entender que eles são exemplos, quando não, uma referência para suas crianças nesse momento de enfrentamento de dias difíceis.

Existem uma grande possibilidade de as crianças desenvolverem uma reação positiva, ou negativo, tendo como base a reação dos pais.

A criança, dependendo da sua faixa etária, vai sofrer mais ou menos a influência dos pais no enfretamento do perigo.

Daí os pais devem entender a importância da sua postura no enfrentamento da pandemia, ao ponto dessas reações moldarem as reações das crianças.

Uma reação de medo e ansiedade dos pais, podem gerar nas crianças as mesmas reações demonstradas pelos pais diante das dificuldades.

A mesma coisa vale também para os cuidados de higienização e comportamentos outros.

DA CONSCIENTIZAÇÃO QUE O PERÍODO É EMERGENCIAL, PORTANTO, PASSAGEIRO
Os pais devem conscientizar suas crianças que elas não estão de férias.

Deve ser explicado de forma que as crianças entendem que a situação é emergencial e transitória, portanto, as atividades devem continuar sendo cumpridas.

Não é período de férias, como muitos pensam, existem tarefas e responsabilidades que devem ser cumpridas por parte de todos.

Daí a importância do Planejamento e Agenda já mencionados em itens anteriores, caso não seja observado essa importância, as crianças vão achar que elas estão sem responsabilidades, portanto ociosas, o que não deve acontecer.

Logo, as crianças devem entender que as horas do dia todas estão comprometidas com atividades que poderia ser as mesmas em dias normais.

DA INFORMAÇÃO ADEQUADA
Os pais devem se manter informados sempre, pois as mudanças são constantes, dai a importância dos pais em colocar em suas agendas dias específicos para buscar informações e conhecimento dentro em vista o aprimoramento no lidar com suas crianças.

Busquem informações e conhecimentos diversos, específicos e de qualidade, tendo em vista a aperfeiçoamento do processo, acrescentando ou excluído algo.

Outra coisa importante, evite expor suas crianças a informações e notícias prejudiciais, ou a conteúdos inapropriados para os mesmos.

Lembre-se que as informações próprias para adultos, não devem ser repassadas para as crianças, pois dependendo a sua faixa etária, isso vai gerar angustia e consequentemente contribuir para o surgimento de transtornos mentais.

CONCLUSÃO
Dando a importância ao que foi mencionado no texto, os pais terão melhores condições de lidar bem com suas crianças nesse período de pandemia, sem que haja muito estresse e sem que suas crianças desenvolvam algum tipo de transtorno mental que venham a causar prejuízos.

Como disse logo no início não existe uma receita de bolo, mas certamente as dicas são válidas e podem em muito ajudar os pais nesse período de angustia e de incertezas.


quinta-feira, 23 de abril de 2020

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO E DO ENSINO NO COMBATE AO NOVO CORONA VÍRUS



Olhe, tudo ocorreu de maneira inesperada.

Na verdade, ninguém estava acreditando que esse Vírus, chegasse em nossa cidade, como chegou.

Ninguém estava preparado, quando digo ninguém, é ninguém mesmo.

As pessoas ainda estão perdidas, assim como estão perdidas as autoridades; todos só tem em suas mãos a incerteza, não temos garantia de nada, pelo menos no momento.

Nós educávamos e ensinávamos para tudo, menos para sobreviver a uma situação a qual estamos vivendo, e com razão, pois ninguém esperava passar pela situação que estamos passando, daí paramos e ficamos a nos perguntar, o que fazemos?

E por não saber o que fazer ficamos estressados e começamos a culpar e cobrar todo mundo ao nosso redor.

E aí surge uma pergunta: o que fazer?

Eu apostaria na educação para o enfrentamento das dificuldades. Isso mesmo, vamos educar e ensinar o povo como agir para sobreviver no Distanciamento Social e no Pós-Distanciamento Social.

É tudo novo, inclusive o perigo que todos nós enfrentamos, em especial pelo o fato do nosso inimigo ser invisível e não temos como colocá-lo numa jaula, ou numa prisão.

Nosso povo precisa ser informado, e mais do que isso, precisa ser educado e ensinado como se comportar diante da ameaça que todos enfrentamos, que é a possível contaminação com o Novo Corona Vírus.

Daí a minha sugestão para as autoridades municipais: Além de cuidar dos infectados, vamos cair em campo e educar e ensinar o nosso povo.

Vamos educar e ensinar nosso povo sobre a introdução e noções básicas e práticas sobre:
  • Introdução e noções básicas e práticas sobre:
  • Higiene pessoal, de ambientes, objetos e alimentos;
  • Desinfecção pessoal, de ambientes, objetos e alimentos;
  • Segurança na saúde pessoal;
  • Como usar os materiais básicos para segurança, prevenção da saúde pessoal, do outro e comunitária;
  • Como se portar diante de pessoas outras numa fila, em aglomerações, em transporte públicos e em contatos outros diversos;
  • Como se comportar em situação de perigo extremo e contaminação individual, comunitária ou em massa.
Educar e ensinar...

Acredito que seja até injusto cobramos de um povo, que na sua maioria, não tem informações, conhecimento e nem foram educados para conviver em situação de ameaça, como essa que estamos vivendo.

Vamos educar e ensinar, depois vamos cobrar e se possível disciplinar, multar ou se for o caso punir severamente aqueles que não queiram fazer a sua parte.

Vai aí minha sugestão, pois pode ser que essa PANDEMIA passe logo, mas também pode ser que ela perdure por um logo tempo e que tenhamos que conviver com esse fantasma por meses ou anos.

Não só isso, essa educação e ensinamentos vai servir para outras situações, não só para esse momento de prevenção do Novo Corona Vírus, mas de outros Vírus que ameaçam e matam milhares de pessoas todos os anos.

Fica a dica.

sexta-feira, 17 de abril de 2020

COMO LIDAR COM A ANSIEDADE(ÂNSIA, NERVOSISMO OU ANGÚSTIA) EM TEMPOS CRÍTICOS

Fim de ano pode aumentar crises de ansiedade - Guia da Farmácia

ANSIEDADE, ÂNSIA, NERVOSISMO OU ANGÚSTIA...
Ansiedade, também conhecida como ânsia, nervosismo ou angústia... é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como:
sensação de vazio no estômago;
coração batendo rápido, 
medo intenso,
aperto no tórax,
transpiração, 
e outras alterações associadas à disfunção do sistema nervoso autônomo...

Cerca da metade das pessoas com ansiedade sofrem principalmente de sintomas físicos, normalmente localizados nos intestinos e no peito. 

ANSIEDADE EM TEMPOS CRÍTICOS, COMO POR EXEMPLO O QUE ESTAMOS VIVENDO HOJE, UMA PANDEMIA
É quase impossível alguém hoje não desenvolver um aumento da ansiedade, que pode não chegar a ser patológica, mas a grande maioria das pessoas irão desenvolver algum nível de ansiedade.

Por qual motivo digo isso?
Digo isso devido a ameaça que paira sobre todos nós.

Hoje todo mundo pode contrair o vírus, se isso é um fato, logo passa a ser uma ameaça e quando o homem, animal é ameaçado, ele tem uma reação instintiva, FUGA ou ATAQUE, para que isso aconteça ele tem que estar estressado ou em pico de ansiedade.

Logo, alguém desenvolver ansiedade nesse tempo de pandemia, é algo perfeitamente normal, o que se faz necessário é aprender a administrar essa ansiedade.

TIPOS E NÍVEIS
Ansiedade normal
Aquela que se encontra presente em todo ser humano. Ela é justificável e necessária até para que a possa produzir em seu dia a dia.

Ansiedade leve
Aquela que vai além da normalidade e não é justificável. Ela já causa alguns sintomas, só que não abate tanto a pessoa, nem causa tantos prejuízos ainda.

Ansiedade moderada
Aquela que ultrapassa o limite da Ansiedade leve. Ela tem um aumento dos sintomas, bem como existe também uma elevação da intensidade dos mesmos.

Ansiedade Grave, ou conhecida como Ansiedade Generalizada.
Aquela que chega a travar a pessoa e causar inúmeros prejuízos, os sintomas são inúmeros e deixa a pessoa sem produzir nada em seu dia a dia.

SINTOMAS MAIS FREQUENTES:
Aumento de alergias
Aumento em número, sensibilidade, reação. Poderá notar que as suas alergias pioraram, que é alérgico a mais substâncias, que as reações alérgicas são mais frequentes, ou que demoram mais a passar.

Dores de costas, Rigidez, inflamações, espasmos, imobilidade
Dores de costas, rigidez, tensão, pressão, inflamações, espasmos, imobilidade nos músculos das costas. Um ou mais músculos podem ser afetados. Este sintoma pode durar pouco tempo ou durar indefinidamente. Estes sintomas são comuns aos sintomas de stress.

Palidez, falta de cor, enrubescimento
Poderá parecer doente ou ter a cara, pescoço e braços avermelhados, sentir calor e tremores.

Tremores
Poderá sentir tremores, tonturas, arrepios. Este sintoma pode afetar todo o corpo ou só uma parte do corpo e acontecer apenas uma vez, ou repetidamente.

Mudança de temperatura de corpo – Descida ou subida abrupta
A sua temperatura corporal poderá variar abaixo ou acima dos normais 37o.

Sensação de ardor
Poderá ter uma sensação de ardor como se tivesse uma queimadura solar. Esta sensação pode permanecer numa área do corpo, ou no corpo todo. Pode ser intermitente ou persistente. Esta sensação é normalmente provocada por situações de grande stress ou pensamentos aterrorizantes.

Dores no peito
Dor, pressão, pontadas, dormência. Estes sintomas podem localizar-se num determinado local ou espalhar-se por todo o peito. Podem ser esporádicos ou persistentes e são usualmente confundidos com sinais de ataque de coração.

Fadiga crônica
Poderá sentir-se extremamente exausto, sem energia. Poderá sentir-se cansado durante muito tempo ou após pequenas tarefas que habitualmente não o cansariam. Sente que poderia dormir o dia inteiro e mesmo assim acordar cansado.

Necessidade de açúcar, doces ou chocolate
Sente uma grande necessidade de consumir açúcar, doces ou chocolate, persistentemente.

Dificuldade em falar e andar
Poderá experimentar dificuldade em andar, em falar, pronunciar palavras, sílabas, ou vogais, em mexer a boca, lábios ou língua. Em algumas pessoas estes sintomas são esporádicos, noutras pessoas são persistentes.

Excesso de energia
Poderá sentir-se demasiado enérgico, como se tivesse que correr ou fazer qualquer coisa para gastar a sua energia. 

Por vezes poderá não conseguir dormir, pois a sua cabeça parece estar a mil quilómetros à hora. 

Sensação de que está a cair
Poderá experimentar breves episódios em que parecerá que está a cair, mesmo estando em chão firme. A sensação é quase como se estivesse prestes a desmaiar.

Frio
Poderá sentir-se usualmente frio, sem conseguir aquecer, faça o que fizer. Esta sensação poderá ir e vir, ou ser acompanhada de episódios de constipação.

Palpitações
Poderá sentir que o seu coração está acelerado ou demasiado lento, provocando dores no peito e tosse. Este sintoma poderá ser acompanhado de falta de ar.

Contração muscular
Um certo músculo, ou conjunto de músculos, poderá contrair-se involuntariamente.

Dormência e formigueiro, perda de sensibilidade
Poderá sentir uma parte do seu corpo dormente, insensível ao toque, como se estivesse congelada ou anestesiada. Isto pode acontecer em todo o corpo, mas as partes afetadas mais comuns são as mãos, os pés, os braços e as pernas. 

Tensão e Dores Musculares Persistentes
Poderá sentir que os seus músculos estão sempre contraídos e doridos. Poderá sentir dores na cabeça, nuca e pescoço, ou então pode sentir apenas pressão ou até mesmo dor.

Necessidade frequente de urinar
Poderá sentir uma necessidade frequente e persistente de urinar, mesmo que tenha acabado de o fazer.

Dificuldade em respirar
Poderá sentir que a sua respiração é forçada e dolorosa. Aperceber-se à da sua forma de respirar e isto fará com que tenha dificuldade em o fazer.

Tonturas
Poderá sentir súbitas tonturas, acompanhadas da sensação de que ira desmaiar.

Redução da capacidade auditiva
Este sintoma pode assumir várias formas e varia de pessoa para pessoa. Pode traduzir-se em perda de audição, dificuldade em ouvir certos sons ou frequências, grande pressão nos ouvidos, assobio persistente no ouvido. Este sintoma pode afetar apenas um ouvido ou os dois.

Despersonalização
Poderá sentir-se surreal, resultante de um sonho, absorto da realidade. Poderá sentir que não faz parte do mundo, apenas o observa, e poderá questionar a sua sanidade mental.

Pensamentos, melodias, conceitos persistentes
Poderá sentir que determinados pensamentos, melodias e/ou conceitos não lhe saem da cabeça. Não importa o que faz, não consegue deixar de pensar neles.

Vazio emocional
Poderá sentir que não tem emoções, sejam positivas ou negativas. Racionalmente, sabe que se deveria preocupar, mas emocionalmente não sente nada.

Sabores e cheiros anormais
Poderá sentir, esporádica ou persistentemente, cheiros e sabores que não estão relacionados com o ambiente em que está ou com algo que ingeriu. Não têm explicação racional.

Engasgue
Poderá sentir frequentemente que têm algo preso na garganta, que está a engasgar e que não consegue engolir.

Falta de apetite ou de paladar
Poderá sentir falta de apetite, ou que a comida não tem sabor.

Náuseas
É frequente a sensação de dores de estômago, acompanhadas de vontade de vomitar. 

Ilusões ópticas
Poderá experimentar ilusões de óptica, movimentos ou estrelas ao canto do olho que não existem.

Medos
Medo de morrer
Sente que a sua doença está em fase terminal e que ninguém se apercebe. Acredita que as dores que sente no peito são sinais de ataques cardíacos ou que as dores de cabeça são sinal de um tumor ou aneurisma. Sente um intenso medo de morrer, pensa na morte mais do que é normal.

Medo de perder o controlo
Numa multidão ou num grupo, sente que irá fazer algo embaraçante como desmaiar, vomitar, engasgar-se, gaguejar, etc.  sente não conseguir controlar o seu corpo ou aquilo que diz. Apesar de realmente não perder o controlo, o seu medo persiste e leva a ataques de pânico.

Medo de um perigo iminente
Sente que algo extremamente mau irá acontecer, mas não está certo do que se trata. Poderá também pensar que o seu mundo irá acabar. Este medo do «e se» pode ser intermitente ou frequente.

Medo de ficar louco
De repente, assalta-o um enorme medo de perder a sanidade. Poderá acreditar que não se consegue lembrar de coisas tão facilmente como antes. 

Por vezes, isto é acompanhado de um intenso medo de ter um esgotamento nervoso. 

Também poderá ter períodos de pensamentos «malucos» que o assustam, pensamentos estes que são incontroláveis e intermitentes.

TRATAMENTOS
Psicoterapia e medicação
O ideal é começar com a psicoterapia, caso necessário usar uma medicação fitoterápica, ou homeopática, natural, floral, etc., podendo ser usado também métodos alternativos, como acupuntura, yoga, massagens, etc., detalhamento dos métodos alternativos são apresentados no final do artigo.

Caso não haja um bom resultado pode-se iniciar o uso de medicamento alopata, que normalmente é passado pelo Psiquiatra, dentre os quais ansiolíticos e antidepressivos. 

O tratamento é iniciado com ansiolíticos como, por exemplo, os benzodiazepínicos. 

Logo após a estabilização do paciente, o médico pode prescrever um antidepressivo para o controle da ansiedade. Outra classe de medicamentos também utilizada são a dos betabloqueadores. 

É sempre importante que o paciente consulte um médico, pois esses medicamentos são normalmente controlados. 

É claro que estes medicamentos são muito importantes, mas se forem retirados a ansiedade aparece novamente. 

É preciso, então, escolher uma psicoterapia para analisar e enfrentar as causas psicológicas deste transtorno.

A psicoterapia é muito importante, mais importante do que o uso de medicamentos, daí o cuidado para a pessoa saber que o uso de medicação somente não é garantia de cura.

Métodos de tratamentos alternativos
Existem outras técnicas que podem ser usadas para o tratamento da ansiedade seja ela qual for.

Exemplos:
Remédios alternativos: Fitoterapia, Homeopatia, Florais, Naturais e Chás.

Técnicas psicoterápicas: Meditação, Respiração Profunda, Yoga, Cromoterapia, Massagens e Acupuntura e outras técnicas da Medicina Tradicional Chinesa.

quarta-feira, 15 de abril de 2020

COMO LIDAR COM O MEDO EM TEMPO DE PANDEMIA?

Medo - InfoEscola

Vivemos um tempo de pandemia, logo uma emoção muito importante e indispensável para a sobrevivência humana aflora, o medo.

O medo que para alguns é negativo e que pode complicar, causando uma paralisação; enquanto para outros o medo é uma emoção que quando bem administrada pode gerar a prudência e a sensatez no enfrentamento do perigo.

Lembrando que medo é diferente de pânico.

Toda vez que nos sentimos ameaçados o medo aflora, antecipando uma reação de fuga ou ataque, logo é impossível se sentir ameaçados sem que o medo esteja presente, e isso não depende da razão simplesmente ou da boa vontade de alguém, é algo inato.

Logo, não se culpe por ter medo.

Para uma pessoa não ter medo ele precisaria ter uma preparação biológica ou então lesões cerebrais muito especifica.

No entanto o medo deve ser administrado para que o pânico e o desespero não predominem
causando o caos ou a paralisação da defesa e do ataque.

Então, hoje o medo que temos é que sejamos infectados com o novo corona vírus e venhamos a desenvolver alguma complicação, causando sofrimento ou possível óbito.

Aqui identificamos o medo..., logo, não é um medo criado, inexistente, ele é real... aqui temos a identificação do medo.

Após a identificação e reconhecimento da realidade do medo, temos algumas atitudes a tomar, no entanto, a mais coerente é a prevenção, cuidados e buscar os vários métodos de prevenção e tratamento, cabendo assim cada etapa a quem de direito em uma sociedade, buscando o controle da situação com menos perdas possíveis.

O que sabemos é que o medo existente é real e devemos nos assegurar de cuidados para não sermos infectados, no entanto isso não justifica o pânico e o desespero, pois os dois geram o estresse e a ansiedade causando prejuízos na tomada de decisões e resoluções de problemas que precisam serem resolvidos no embate contra o vírus.

A exemplo do medo coletivo, temos também o medo individual, que é base na formação do medo coletivo ou comunitário.

O medo ideal é o medo individual que se incorpora na coletividade de maneira racional causando reações por parte da população com benefícios para todos, quando não acontece isso, existem a distorções que causam prejuízos em massa.

O medo hoje é mais útil do que a coragem...

Temos um inimigo comum que precisa ser respeitado, o vírus e a luta que travamos com ele, pouco depende da boa vontade, de classe social, de finanças, cor, religião, opção sexual, etc., 

Daí a necessidade de tomarmos decisões coerentes, pois existe um perigo eminente e que pode causar a morte de muitas pessoas.

O medo, que uma vez trabalhado racionalmente reforçará a coragem e a disposição para tomada de decisões.

Esse medo não é paralisante... ele é um medo que alavanca a coragem e gera heróis de última hora.
quem pensa que os profissionais que estão em linha de frente não estão com medo, se engana; eles também têm medo, só que eles chegaram a um estágio de que o medo alavancou a coragem para a resolução do problema enfrentado.

E assim que devemos agir: sentir medo, mas não nos permitir sermos tomados completamente pelo medo ao ponto de sucumbir, ou paralisar.

O medo em si não é um mal, pois ele nos força a tomar posturas adequadas diante do perigo garantindo a nossa sobrevivência.

Portanto, tá com medo? Então isso é sinal que você vai sobreviver desde que racionalize e canalize seus recursos para superar a situação.

COMO LIDAR COM O MEDO EM TEMPO DE PANDEMIA
Para lidar com o medo em tempo de isolamento e distanciamento social no caso de uma PANDEMIA se faz necessário considerar os seguintes:

Reconhecer que o MEDO é algo comum ao ser humano em especial numa situação de ameaça ou perigo; 
Reconhecer que ninguém é inferior a ninguém por ter medo, isso é normal, é sinal de que você é humano;
Reconhecer que a base do MEDO é biológica, mas o conhecimento reduz as incertezas e molda parte dos temores;
Reconhecer que o MEDO é natural, mas se não deve ser paralisante ou gerar pânico e desespero;
Reconhecer os vários tipos e níveis de MEDO, para daí encontrar uma maneira de lidar com a situação de maneira positiva, sem pânico e desespero;
Reconhecer que enfrentar o MEDO é menos custoso do que viver com o MEDO subjacente.

Na prática:
O medo que vivenciamos é real e incomoda mais pois é trata-se da sobrevivência humana, logo fingir que não existe nada, pode ser fatal para o indivíduo e a raça humana.

No caso em que vivemos, a única maneira de se libertar do MEDO é fazer algo, indo em frente, mesmo com MEDO.

Perceber que sempre que o ser humano corre um risco ou entra em território desconhecido ele sente MEDO, sendo que em muitas situações esse MEDO impede o progresso, daí necessidade de reconhecer que o MEDO pode ser real, mas não deve impedir o ser humano de seguir em frente.

Logo, O SEGREDO É SENTIR MEDO, MAS MESMO ASSIM SEGUIR EM FRENTE.